17/02/2025
Saúde Caixa: Empregados serão chamados a apontar falhas
As empregadas e empregados da Caixa Econômica Federal serão chamados a dizer quais são os problemas do Saúde Caixa, o plano de saúde do pessoal da Caixa. A iniciativa é da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae), e de diversas outras entidades de representação sindical e associativas dos trabalhadores.
“Há algum tempo, nós do movimento sindical, cobramos melhorias na rede de atendimento e a queda do teto de gastos do banco com a saúde de suas empregadas e seus empregados. Na verdade, estas cobranças não são do movimento sindical. É do próprio pessoal da Caixa, que sofre no dia a dia com a falta de médicos de diversas especialidades. Mas, parece que o banco não entende que a demanda vem da base”, disse o diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro.
“Por isso, vamos fazer um chamado às empregadas e empregados, para que eles acessem a Central Saúde Caixa e registrem lá suas reclamações. Aí, não terá como o banco se fazer de desentendido, pois precisará ver e responder a cada reclamação”, completou.
Derruba o teto
Além da melhoria na rede de atendimento, o teto de custeio da Caixa com a saúde de seus empregados, estabelecido no estatuto da Caixa em até 6,5% da folha de pagamentos, impede que o banco arque com os 70% dos custos do plano de saúde, conforme definido no Acordo Coletivo específico. Os empregados têm arcado com quase 50% dos custos do plano.
“Isso tem inviabilizado a permanência de muitos empregados no plano, principalmente aposentados. A redução de participantes, somada ao aumento dos custos médicos (sempre em alta), faz com que a receita caia e aumente os custos individuais, levando a nova queda de participantes. Assim, se este círculo vicioso não for cessado, logo o Saúde Caixa será inviável para todos”, disse a empregada da Caixa e secretária de Formação da Contraf-CUT, Eliana Brasil.
A orientação da Contraf-CUT, por meio da CEE, é para que os empregados acessem o site da Central de Atendimento do Saúde Caixa e registre as reclamações diretamente. E para que os sindicatos, todo dia 20 de cada mês (quando os empregados recebem seus holerites e veem o valor descontado pelo plano de saúde), a começar no dia 20 de fevereiro, realizem atividades nas unidades da Caixa explicando às empregadas e empregadas o objetivo da iniciativa e da importância de cada uma e cada um efetuar suas reclamações diretamente no site da Central Saúde Caixa.
As entidades também foram orientadas a, quando algum empregado entrar em contato para reclamar do plano de saúde da Caixa, solicitar o número do protocolo da reclamação, para que a entidade possa efetuar a cobrança ao banco a partir da reclamação do próprio empregado.
“Vamos manter estas ações, mês a mês, até que a Caixa melhore a rede credenciada de atendimento e altere seu Estatuto Social, promovendo a retirada do teto de custeio do banco com a saúde de seus empregados”, disse o coordenador da CEE.
Leia também:
>>>>> Saúde Caixa: Relatório atuarial da Caixa aponta aumento de 22,86% nas mensalidades
>>>>> Caixa abre edital de credenciamento ao Saúde Caixa
“Há algum tempo, nós do movimento sindical, cobramos melhorias na rede de atendimento e a queda do teto de gastos do banco com a saúde de suas empregadas e seus empregados. Na verdade, estas cobranças não são do movimento sindical. É do próprio pessoal da Caixa, que sofre no dia a dia com a falta de médicos de diversas especialidades. Mas, parece que o banco não entende que a demanda vem da base”, disse o diretor da Contraf-CUT e coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE) da Caixa, Rafael de Castro.
“Por isso, vamos fazer um chamado às empregadas e empregados, para que eles acessem a Central Saúde Caixa e registrem lá suas reclamações. Aí, não terá como o banco se fazer de desentendido, pois precisará ver e responder a cada reclamação”, completou.
Derruba o teto
Além da melhoria na rede de atendimento, o teto de custeio da Caixa com a saúde de seus empregados, estabelecido no estatuto da Caixa em até 6,5% da folha de pagamentos, impede que o banco arque com os 70% dos custos do plano de saúde, conforme definido no Acordo Coletivo específico. Os empregados têm arcado com quase 50% dos custos do plano.
“Isso tem inviabilizado a permanência de muitos empregados no plano, principalmente aposentados. A redução de participantes, somada ao aumento dos custos médicos (sempre em alta), faz com que a receita caia e aumente os custos individuais, levando a nova queda de participantes. Assim, se este círculo vicioso não for cessado, logo o Saúde Caixa será inviável para todos”, disse a empregada da Caixa e secretária de Formação da Contraf-CUT, Eliana Brasil.
A orientação da Contraf-CUT, por meio da CEE, é para que os empregados acessem o site da Central de Atendimento do Saúde Caixa e registre as reclamações diretamente. E para que os sindicatos, todo dia 20 de cada mês (quando os empregados recebem seus holerites e veem o valor descontado pelo plano de saúde), a começar no dia 20 de fevereiro, realizem atividades nas unidades da Caixa explicando às empregadas e empregadas o objetivo da iniciativa e da importância de cada uma e cada um efetuar suas reclamações diretamente no site da Central Saúde Caixa.
As entidades também foram orientadas a, quando algum empregado entrar em contato para reclamar do plano de saúde da Caixa, solicitar o número do protocolo da reclamação, para que a entidade possa efetuar a cobrança ao banco a partir da reclamação do próprio empregado.
“Vamos manter estas ações, mês a mês, até que a Caixa melhore a rede credenciada de atendimento e altere seu Estatuto Social, promovendo a retirada do teto de custeio do banco com a saúde de seus empregados”, disse o coordenador da CEE.
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