26/06/2025
Boato de reestruturação segue preocupando empregados da Caixa
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou um ofício, nesta quinta-feira (26) à Caixa Econômica Federal cobrando explicações sobre informações que, às vésperas do fechamento do semestre, circulam nas agências e departamentos administrativos sobre uma possível reestruturação no banco.
No texto, a Contraf-CUT observa que o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da Caixa ressalta a importância da mesa permanente de negociações para a discussão de questões que afetem a vida funcional das empregadas e empregados decorrentes da implantação de novos processos de trabalho no banco.
“Tem circulado entre os empregados a informação de uma nova reestruturação com mudanças significativas. Isso tem gerado insegurança e preocupações nos colegas, às vésperas do fechamento do semestre”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Felipe Pacheco.
No ofício, a Contraf-CUT cobra diversos esclarecimentos e urgência nas respostas.
>>>>> Leia abaixo a íntegra do ofício, ou clique aqui e baixe o arquivo
Transparência e participação
“A Caixa tem obrigação de ter transparência com seus empregados. Já são anos de experiência e podemos afirmar: sempre que não se conversa, que não se negocia, que se faz mudanças de portas fechadas, as coisas saem errado. Além do mais, direções mudam. São os funcionários que ficam para carregar o piano. Por isso, eles precisam ser ouvidos”, disse o diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro.
O dirigente da Contraf-CUT ressalta que a Caixa precisa responder, com clareza e objetivamente o ofício enviado e chamar uma reunião com a representação dos empregados. “Isso é o mínimo que se espera nesse momento de uma instituição com o tamanho e importância da Caixa”, completou o dirigente da Contraf-CUT.
O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, ressaltou que existem temas importantes que precisam ser tratados com a Caixa em mesa de negociações, como a renovação do acordo do Saúde Caixa. “A Caixa tem muita coisa para resolver com os empregados, que querem saber e participar de todos os pontos que interfiram no seu dia a dia de trabalho e no posicionamento da Caixa como banco público. Por isso, precisamos, urgentemente, de um calendário de negociações para tratar deste e de outros assuntos pendentes”, concluiu o coordenador da CEE/Caixa.
No texto, a Contraf-CUT observa que o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) da Caixa ressalta a importância da mesa permanente de negociações para a discussão de questões que afetem a vida funcional das empregadas e empregados decorrentes da implantação de novos processos de trabalho no banco.
“Tem circulado entre os empregados a informação de uma nova reestruturação com mudanças significativas. Isso tem gerado insegurança e preocupações nos colegas, às vésperas do fechamento do semestre”, disse o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE), Felipe Pacheco.
No ofício, a Contraf-CUT cobra diversos esclarecimentos e urgência nas respostas.
>>>>> Leia abaixo a íntegra do ofício, ou clique aqui e baixe o arquivo
Transparência e participação
“A Caixa tem obrigação de ter transparência com seus empregados. Já são anos de experiência e podemos afirmar: sempre que não se conversa, que não se negocia, que se faz mudanças de portas fechadas, as coisas saem errado. Além do mais, direções mudam. São os funcionários que ficam para carregar o piano. Por isso, eles precisam ser ouvidos”, disse o diretor da Contraf-CUT, Rafael de Castro.
O dirigente da Contraf-CUT ressalta que a Caixa precisa responder, com clareza e objetivamente o ofício enviado e chamar uma reunião com a representação dos empregados. “Isso é o mínimo que se espera nesse momento de uma instituição com o tamanho e importância da Caixa”, completou o dirigente da Contraf-CUT.
O coordenador da CEE/Caixa, Felipe Pacheco, ressaltou que existem temas importantes que precisam ser tratados com a Caixa em mesa de negociações, como a renovação do acordo do Saúde Caixa. “A Caixa tem muita coisa para resolver com os empregados, que querem saber e participar de todos os pontos que interfiram no seu dia a dia de trabalho e no posicionamento da Caixa como banco público. Por isso, precisamos, urgentemente, de um calendário de negociações para tratar deste e de outros assuntos pendentes”, concluiu o coordenador da CEE/Caixa.
MAIS NOTÍCIAS
- Bancárias e bancários: Chegou a sua hora!
- Bancárias e bancários: Chegou a sua hora!
- Eleições Previ 2026: Fase de votações começa nesta segunda (13)
- Caixa: Entidades cobram respostas sobre o Super Caixa e valorização da mesa de negociação
- GT de Saúde cobra respostas do Itaú sobre práticas que afetam bancários afastados
- Começou a votação do segundo turno das eleições da Funcef
- GT de Saúde cobra respostas do Itaú sobre práticas que afetam bancários afastados
- Contraf-CUT cobra mudanças no programa Super Caixa e alerta para possíveis prejuízos aos trabalhadores
- Funcionários do Bradesco: Cuidado com inconsistências na declaração do Imposto de Renda
- Contraf-CUT cobra Mercantil sobre divergências no Informe de Rendimentos e orienta cautela na declaração do IR
- Presidente Lula sanciona lei que amplia a licença paternidade para 20 dias e cria o salário-paternidade
- Contraf-CUT apoia a Chapa 2 nas eleições da Previ
- 7º Congresso Contraf-CUT aprova planos de luta para o próximo período
- 7º Congresso da Contraf-CUT começa nesta sexta-feira (27)
- Chapas apoiadas pela Contraf-CUT vencem eleições da Cassi e reforçam compromisso com os associados