10/01/2022
Sem anistia! População defende a democracia e pede punição de criminosos
A população saiu às ruas, nesta segunda-feira (9), por todo o Brasil para dar uma resposta aos terroristas que invadiram, saquearam e depredaram os prédios dos Três Poderes em Brasília, no domingo (8). Organizadas pelas Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, pelo Fórum das Centrais Sindicais, estudantes, partidos políticos e outras organizações, as manifestações deixaram claro a disposição em defender a democracia e reforçaram a necessidade de punição a todos os responsáveis pela onda de baderna que tomou de assalto país desde o dia 30 de outubro, após o resultado das eleições 2022 que elegeram Luís Inácio Lula da Silva.
A palavra de ordem que mais se ouviu foi “sem anistia”. A demanda se volta, em especial, à responsabilização do ex-presidente Bolsonaro pelos crimes cometidos durante seu mandato. A reivindicação, já expressa com força pela multidão que compareceu à posse do presidente Lula, ganha agora novos contornos, com a exigência de que sejam responsabilizados os participantes do intento golpista e, principalmente, seus financiadores, impulsionadores e as autoridades estatais coniventes.
Brasileiros no exterior ocupam consulados
Em paralelo às manifestações em defesa da democracia e do voto popular, que tomaram dezenas de cidades no país, brasileiros que vivem no exterior também realizaram atos nesta segunda. A vigília internacional pela democracia do Brasil, como foi chamado o movimento, aconteceu em frente aos consulados do Brasil na Alemanha, Argentina, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Itália, Reino Unido e Suíça. Os manifestantes gritaram “sem anistia para os golpistas”.
O repúdio ao terrorismo bolsonarista também uniu diferentes líderes mundiais do oriente ao ocidente. Desde domingo, dezenas de chefes de Estado e de governo condenaram o atentado à democracia e respaldaram decisões anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O papa Francisco citou nominalmente o Brasil em discurso perante o corpo diplomático do Vaticano, hoje, ao lamentar a violência no país.
Congressistas dos Estados Unidos também cobram a extradição de Bolsonaro para que o ex-presidente responda à justiça brasileira sobre sua relação com a tentativa de golpe. Até ao final dessa segunda, cerca de 1.500 terroristas haviam sido presos pelo crime de tentar “depor, por meio de ato de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído”. Nesse caso, as penas podem variar de 4 a 12 anos de prisão.
A palavra de ordem que mais se ouviu foi “sem anistia”. A demanda se volta, em especial, à responsabilização do ex-presidente Bolsonaro pelos crimes cometidos durante seu mandato. A reivindicação, já expressa com força pela multidão que compareceu à posse do presidente Lula, ganha agora novos contornos, com a exigência de que sejam responsabilizados os participantes do intento golpista e, principalmente, seus financiadores, impulsionadores e as autoridades estatais coniventes.
Brasileiros no exterior ocupam consulados
Em paralelo às manifestações em defesa da democracia e do voto popular, que tomaram dezenas de cidades no país, brasileiros que vivem no exterior também realizaram atos nesta segunda. A vigília internacional pela democracia do Brasil, como foi chamado o movimento, aconteceu em frente aos consulados do Brasil na Alemanha, Argentina, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Itália, Reino Unido e Suíça. Os manifestantes gritaram “sem anistia para os golpistas”.
O repúdio ao terrorismo bolsonarista também uniu diferentes líderes mundiais do oriente ao ocidente. Desde domingo, dezenas de chefes de Estado e de governo condenaram o atentado à democracia e respaldaram decisões anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O papa Francisco citou nominalmente o Brasil em discurso perante o corpo diplomático do Vaticano, hoje, ao lamentar a violência no país.
Congressistas dos Estados Unidos também cobram a extradição de Bolsonaro para que o ex-presidente responda à justiça brasileira sobre sua relação com a tentativa de golpe. Até ao final dessa segunda, cerca de 1.500 terroristas haviam sido presos pelo crime de tentar “depor, por meio de ato de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído”. Nesse caso, as penas podem variar de 4 a 12 anos de prisão.
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