22/08/2022
Fenae entrega pesquisa sobre adoecimento dos empregados à presidente da Caixa
Os presidentes da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae) e da Associação do Pessoal da Caixa de São Paulo (Apcef/SP), Sergio Takemoto e Leonardo Quadros, respectivamente, se reuniram nesta quarta (17) com a presidente do banco público, Daniela Marques, para tratar do adoecimento dos empregados do banco e cobrar melhorias das condições de trabalho. Na reunião, foi entregue documento com os resultados da pesquisa sobre a saúde do empregado da Caixa, realizada em 2021, que aponta o agravamento das doenças relativas à saúde mental.
“Em 2018, a primeira pesquisa realizada pela Fenae já apontava para o adoecimento da categoria e as entidades representativas recebiam relatos dos trabalhadores sobre o problema. Os dados levantados em 2021 reforçam que os empregados passam por adoecimento sistemático provocado por uma gestão marcada por cobranças abusivas e sobrecarga de trabalho”, avalia Sergio Takemoto.
Conforme o levantamento, em 2021, 42% dos empregados afirmaram ter problemas de saúde associados à atividade que desempenha na Caixa. Destes, 75% estão relacionados à saúde mental. Os dados revelaram que dos afastamentos por licença médica, 33% foram por depressão, 26% por ansiedade, 13% pela síndrome de burnout e 11% por síndrome do pânico.
“É importante que a atual administração se comprometa a alterar práticas para que os empregados tenham um ambiente de trabalho saudável. O clima de insegurança que existe deve mudar”, defende Leonardo Quadros.
Na ocasião, sobre as denúncias de assédio moral e sexual na empresa, os dirigentes cobraram da presidente da Caixa o resultado das apurações das denúncias e punição dos responsáveis.
Fonte: Fenae
“Em 2018, a primeira pesquisa realizada pela Fenae já apontava para o adoecimento da categoria e as entidades representativas recebiam relatos dos trabalhadores sobre o problema. Os dados levantados em 2021 reforçam que os empregados passam por adoecimento sistemático provocado por uma gestão marcada por cobranças abusivas e sobrecarga de trabalho”, avalia Sergio Takemoto.
Conforme o levantamento, em 2021, 42% dos empregados afirmaram ter problemas de saúde associados à atividade que desempenha na Caixa. Destes, 75% estão relacionados à saúde mental. Os dados revelaram que dos afastamentos por licença médica, 33% foram por depressão, 26% por ansiedade, 13% pela síndrome de burnout e 11% por síndrome do pânico.
“É importante que a atual administração se comprometa a alterar práticas para que os empregados tenham um ambiente de trabalho saudável. O clima de insegurança que existe deve mudar”, defende Leonardo Quadros.
Na ocasião, sobre as denúncias de assédio moral e sexual na empresa, os dirigentes cobraram da presidente da Caixa o resultado das apurações das denúncias e punição dos responsáveis.
Fonte: Fenae
MAIS NOTÍCIAS
- Festa do Trabalhador - Assis celebra o 1º de Maio com grande evento
- Encontro Nacional de Saúde debate adoecimento da categoria e prepara pauta para a Campanha Nacional 2026
- Contraf-CUT lança cartilha sobre riscos psicossociais e reforça debate sobre saúde mental no trabalho bancário
- Encontro Nacional debate saúde mental e lança livro sobre burnout na sede da Contraf-CUT
- Eleições na Previ entram na reta final e a Chapa 2 defende governança e gestão
- Bancárias e bancários: Chegou a sua hora!
- Bancárias e bancários: Chegou a sua hora!
- Eleições Previ 2026: Fase de votações começa nesta segunda (13)
- Caixa: Entidades cobram respostas sobre o Super Caixa e valorização da mesa de negociação
- GT de Saúde cobra respostas do Itaú sobre práticas que afetam bancários afastados
- Começou a votação do segundo turno das eleições da Funcef
- GT de Saúde cobra respostas do Itaú sobre práticas que afetam bancários afastados
- Contraf-CUT cobra mudanças no programa Super Caixa e alerta para possíveis prejuízos aos trabalhadores
- Funcionários do Bradesco: Cuidado com inconsistências na declaração do Imposto de Renda
- Contraf-CUT cobra Mercantil sobre divergências no Informe de Rendimentos e orienta cautela na declaração do IR